sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Árvores

Curioso...
Árvores ... velhas, troncos rugosos, cascas soltas, pedaços soltos e no entanto... novas, verdinhas, tenras, jovens...



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As raízes por vezes rompem a terra e afloram a superfície como se fossem garras tentando libertarem-se do peso do solo sobre suas veias, encrepitam o solo, cortam o concreto, derrubam muros; tudo na ânsia de ver o sol.
Apresentam grotesca fisionomia a derramarem-se pelas ruas, paredes, encostas, parecem gigantescos vermes, rastejando...
Terra a dentro se encravam fundo, sempre mais fundo, buscando água, nutrientes para se manterem vivas, para surgirem na primavera mais lindas, mais jovens, mais floridas, mais frescas e verdes, mais exuberantes,
soltam seus polens, cobrem o chão com suas pétalas, colorem a paisagem de vida...
Árvores... velhas, jovens ... árvores!

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Riscos para bordados

Bordado livre

Aqui usei pontos bem simples mas com um efeito bem interessante.


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O risco ao lado é uma sugestão e pode ser empregado na confecção um lenço, toalha ou guardanapo, as flores podem ser feitas em ponto cheio ou esse que usei, o Margarida.


Nas folhas usei o ponto renascença e o trançado.
O cheio e o ponto nó Francês para outros detalhes.

Bom uso!

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domingo, 18 de outubro de 2009

Padrões de quilts e as histórias de seus nomes

As mantas além de serem úteis para aquecer do frio serviram para que a mulher pioneira demonstrasse sua criatividade.
Nelas elas foram gravando as lembranças e as esperanças sobre a Terra Nova e a nova vida. A foto ao lado é uma manta que eu criei apartir de um modelo japones.


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Esta outra foto ao lado foi copiada do site http://hooplapatterns.com/ que teve a autorização de reproduzir a peça do Museu de Shelburne, Aldeia de Sturbridge Velha, o Vermont Colcha Festival e Lancaster Quilt & Museu Têxtil.
Aqui apenas traduzo a informação que retirei do site.



Pesquiso sobre o assunto e pensei ser interessante fazer essa publicação com o intuito de trazer histórias.
As histórias sobre os padrões que foram surgindo vinham trazendo consigo a relação com a viagem, a natureza, a paisagem e a fé em Deus.


Logo, os nomes se referem as suas experiências, exemplos:
. Rocky Road to Kansas
. Road to California
. Oregon Trail

A natureza:
. Log Cabin
. Bear's Paw
. Pine Tree

Sobre a viagem:
. Wandering Foot
. Queen Prairie

Os padrões de rodas e de estrelas.

Outros nomes foram surgindo relacionandos a migração para o oeste.
Entre eles conhecemos o que chamam de "Caminho do Bêbado" que referia-se a Wanderer's Path in the Wilderness, Oregon Trail, Endless Trail e a estrada para a Califórnia.
Um bloco conhecido nesse padrão é o Salomon's Puzzle.

Tudo isso você confere em: http://www.patternsfromhistory.com/pioneer_patterns/


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Colcha da Amizade os Samplers e os Autógrafos

As mantas que receberam esse nome tinham o desejo de demonstrar o carinho a quem elas se destinavam. A amigos ou parentes que partiam para terras distantes e que talvez não voltassem mais. Algumas demonstravam uma certa nostalgia nas notas de assinaturas que traziam gravadas a tinta e até bordadas, desenhos, poemas, preces.



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Barbara Brackaman escreveu no boletim Needlework, que muitos dos primeiros quilts feitos entre 1840 e 1860 traziam esses elaborados autógrafos e assinaturas em belas caligrafias, ora a tinta ora bordados. Sendo, diz ela, que no período da guerra civil americana, estes autógrafos tornaram-se mais curtos, contendo apenas o nome de quem confeccionou, a data e a cidade.

Algumas relíquias desta época documentam momentos importantes para aqueles imigrantes, como por exemplo os alemães que viviam na Pensilvânia.

No site http://www.womenfolk.com/quilting_history/friendship.htm, você pode conferir a foto de um bloco especifico para o autógrafo, a dedicatória em forma de prece especial a uma pessoa. Referindo-se a uma história provavelmente de amor.

Créditos: http://www.womenfolk.com/


As fotos apresentadas aqui são de uma colcha que fiz, primeiramente elaborei os hexágonos um a um e os juntei, à mão, depois pensei em não deixar o lado oposto sem um acabamento, então criei esse sampler, que então criei a partir do Log Cabin.


Foi só depois que pesquisei e cheguei ao site de referencia e muito me alegrei em saber que minha colcha também tem uma história.
Ainda não fiz uma nota de autografo, mas pretendo criar uma. Quem sabe um dia ela vire peça de recordação de um filho ou filha, né mesmo?






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sábado, 17 de outubro de 2009

Coberta Gravatinha

A idéia vem desse lindo modelo japonês, da revista Log Cabin.

Modifiquei o esquema para aproveitar o material que eu tenho, mas penso que irá ficar bem legal.




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Para quem quiser, ao lado disponibilizo o gráfico.
Em meu projeto penso criar 5 blocos grandes para o comprimento e 4 para a largura;




Penso que vai dar muito trabalho mas vai ficar bem bonito.
Aguardem!

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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature

Um ensaio vou chamar esse ponto de Entremeio "V".





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É uma amostra trabalhada em tecido cânhamo sobre 4 fios na base. Foram desfiados 6 fios, 4 formaram o centro e mais 6 desfiados.
Primeiro juntei 4 x 4 em ambos os lados e no entremeio trabalhei a linha de tal forma que desencontrasse os pontos anteriores.

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Toalha de Mão Rosas

Rosas

Bordado com linha Anchor.
Ponto utilizado: Caseado


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O gráfico é para quem gostar e desejar copiar.




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segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Crochê

Este foi o primeiro barradinho que fiz .
Foi através do PAP da Filomena.



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E procurando e buscando entre minhas revistas encontrei um encarte da revista Labores de Hogar com um gráfico bem legal e em retribuição as muitas ofertas de gráficos encontrei estes entre minhas revistas, infelizmente a revista eu não tenho , ficou mesmo só o encarte com esses gráficos; espero que sejam úteis as hábeis mãos crocheteiras, porque as minhas, recém aprenderam a dar os primeiros pontos.













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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature

Outra misturinha.

Aqui do mesmo modo deixei um miolo sem desfiar e trabalhei juntando os fios em pequenos grupos e no intervalo do meio os desencontrei dando o resultado em "V".



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No centro a trama foi criada com o uso do ponto simples da bainha aberta alongado para cobrir todos os fios e fazer a união dos grupos para criar o "V".
Também não tenho grafico.

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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature


Misturinha.





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Neste modelinho misturei os vários pontos numa barrinha onde foram desfiados alguns pontos, um miolo não desfiado e mais alguns que foram retirados, e o resultado foi esse desenho.
Não tenho grafico, vou tentar fazer...

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Riscos para bordados


Nesta postagem ofereço dois riscos para bordado livre.






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Espero que gostem!


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ERRATA

Pé de Galinha

Esse é o Ponto chamado Pé de Galinha.





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Em publicação de dias atrás, disse que o ponto usado em bainhas feitas a mão chamava-se Pé de Galinha. Errei.

O Ponto usado nas bainhas feitas a mão chama-se Ponto Russo.


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