segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Hoje

24 de Agosto de 2009

O dia amanheceu cinzento, carregadas nuvens, céu pesado.
O sol surgiu pálido sobre as ondas de uma mar calmo, uma névoa, maresia ou bruma pairava sólida por sobre o espaço aberto cobrindo o mar, a Terra e a mulher.
A areia molhada, fofa aceitava fácil as pegas que na areia iam de formando.
Olhar para trás e ver seus próprios passos, estranho, incompreensível, como que nos seguindo, as vezes reto, absoluto, em outros momentos recuou, volto-se para direito, ora para a esquerda, como que procurando um rumo.
Retomo o caminho sobre eles.

[...]

Encaro o passado.
E ali, bem perto a poucos metros, as ondas murmuram, mas o mar, ele troveja, com voz grossa uma sentença, uma praga, ou uma prece. Não sei. Assusta. Encanta. Enfeitiça.
Me faz lembrar Ismália, quando enlouqueceu, e quis a lua do céu e a lua do mar, e no devaneio seu, pos-se a sonhar.... seu corpo desceu ao mar, sua alma subiu ao céu... quando Ismália enlouqueceu.
ISMÁLIA

Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...


E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar,
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu,
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...

Poema de Alphonsous de Guimarães

Catei conchinhas, fiz uma prece, pedi, roguei, fiz promessa...
Desta insatisfação humana, a instabilidade emocional, a humildade e a impotência diante da vida, naquela hora me vi pequena e desejei morrer. Fácil correr para o mar sem saber nadar. Mas para quê? Preferi olhar de frente o destino.

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Silêncio

09 de Julho de 2009

Tudo está mudo.
Nem as preces, nem as lágrimas, é como um presságio mudo do porvir, do devir ou daquilo que já foi.
Ouço ao longe na copa das árvores, o rumor dos pássaros em suas conversas com seus iguais, nos parecem alegres, sons melódicos sem dor e sem tristeza.
O grasnar da caturrita que parece chamar; "Mãeee..."
Os cães que ladram agoniados em suas coleiras, presos pelos muros e cercas, como que pressentindo ou tendo o faro, das diabretes que se aproximam fazendo currupios no ar, levando as folhas e os lixos que se amontoam nas ruas parecerem pequenos pés de vento.

Isso me lembra Castaneda e seus contos bizarros sobre bruxos e xamas do México indígena, ou coisa parecida.
Penso as vezes que somos mesmo, matéria sintética de Deus. Tipo holograma talvez. Diz que viemos do pó e para o pó retornaremos, logo me parece ser sensato imaginar que somo tal qual bonequinhos de argila, bits, massa de modelar... nas mãos de Deus.
Nada em nossa vida, em certos momentos, parece real, ou ter algum valor. Basta um olhar, palavra, gesto para que tudo se desfaça em confusão, mal entendidos, cobranças... a vida, nossa, só é real pra nós mesmos. Nosso interior, nosso intimo, um mundo solitário.
Só o silencio, o vazio, o nada.
A voz que fala comigo vem da TV e nem sabe que existo. O filme que assisto, e me toca nos sentimentos profundos de amor, dor e saudade - é fictício. Não existe.
Dizem ou disseram, esta lá na Bíblia: "Bata e a porta se abrirá, peça e obtereis." E que preces nunca ficam sem resposta. Tolice ou verdade?
Somos nada em meio ao Universo, fantoches nas mãos uns dos outros?
Sentimentos, medos, velhice, juventude, amor, dor, sonhos, vontades, saudades...
Silêncio!
Só silêncio, nem uma voz humana, amada, suave, boa e doce. Só silêncio.

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Patchwork de uma vida

o7 de Julho se 2009
Lágrimas. Risos. Sonhos. Árvores. Plantas. Animais. Família. Amigas. Filhos. Amor. Vida. Deus. Integridade. Reverencia. Serenidade. Consciência.


A mulher sábia para quem neste momento olho, tem o olhar sereno porque sabe que o Tempo é só um truque para confundir e ensinar a se ter paciência.
O coração dela não bate mais descompassado, pois adquiriu a certeza de que o amor é para sempre uma vez conquistado.
Paira acima da dor da separação que os olhos e o corpo físico se recentem, porque agora vê além da bruma densa que cobre a visão humana.
Não pertence ao mundo nem aos homens, é essência, é perfume, é pluma e névoa, é estrela, é o vento, é a água em forma de chuva, de lágrima ou de oceano.
Não sente mais a dor nem se magoa, aprendeu a aceitar a finitude do corpo, a idade e a necessidade do ser necessária, e deixa livre, para ser livre.
Abraça pra ensinar como é o calor de uma abraço. Canta naturalmente sem melodia exata, para saber que o som é um hino em qualquer lugar.
A saudade é só um pequeno instante que se desfaz a velocidade da luz ao contato com o infinito e por isso parece sempre presente e inexorável, dolorida e interminavel.
Mas a morada eterna dos seres são eles mesmo, onde estiverem, porque pelo pensamento ficam unidos onde quer que estejam.
A mulher sábia que me olha com olhar sereno, abre mão de si mesma para que o outro seja por sua vez ele mesmo.
Sai da vida para a vida maior, espaço, campo, oceano, casa, família e filho... cela, cadeia, opressão, fantasias, superstições, medos ou tabus, esperanças, sonhos e espera... espera pelo destino caprichoso.
Estes são seus retalhos, patchworks de uma vida, seus tesouros, suas relíquias ela é Louca, Loba, Lua. Lua riso, Lua lágrima, Lua de prata, Lua velha, Lua triste, Lua borboleta, coruja, gata, beija-flor.
LuaLua.

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quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Descobrindo peças antigas

Estou aqui em Floripa em visita a meus filhos e descobri umas peças antigas em patchwork que minha filha amorosamente guarda e usa como enfeite aqui na casa dela.
Essas três pecinhas feitas na técnica da Cathedral Windows mostra algumas variações que se pode fazer.
Já faz tanto tempo que nem lembrava delas.
Agora quando tentei reproduzir a técnica pensei que estivesse fazendo errado, mas ao chegar aqui fiquei encantada de ver que apenas minha velha memória é que falhará por um momento.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Costurando

Cresci vendo minha avó, tia e mãe costurando, bordando, remendando, crochetando, tricotando... então penso que essa habilidades são meio que inatas, estão no sangue.

Um tempo depois descobri que um irmão de minha avó materna era alfaiate, achei incrível tal descoberta. Minha madrinha era costureira.

Lembro que quando ia visitá-la ficava encantada com uma maquininha de forrar botão. Tempos depois comprei uma... muito legal e ajuda, porque podemos aproveitar para criar botões bem interessante, e usar em nossos Patch's.

Quando minha filha estava para nascer, durante a gravidez, fui para um curso de corte costura e desde de então a costura não saiu mais de minha vida.

Fiz o enxoval de bebe dela, minhas roupas de gestante e todas as roupas minhas e de minha família, até bem pouco tempo, era toda confecionada por mim.

Então... costurar, sem dúvida alguma, além de útil é prazeroso. Num certo período foi minha fonte de renda, também.

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Patchwork

O Patchwork é uma destas artes que nos cativam tanto ao ponto de se tornar um vicio. Uma cachaça! Rsrsrsrsr

Agradeço a minha querida amiga Cristina Macedo e a minha irmã Raquel por elas terem me empurrado para essa aprendizagem.

A principio eu deveria aprender e ensinar a elas. Na época elas não tinham tempo para ir a uma professora que estivesse disponível no horário que elas tinham livre, então lá fui eu.

Minha primeira aula foi num curso que a Singer ofereceu e fiz uma almofadinha que tenho até hoje, é a minha porta alfinetes e agulhas.

Depois virou mania. Uma mania cara. Juntar grana para comprar todas as ferramentas e fazer um acervo de tecidos não foi nada fácil.

O tempo passou fiz muita coisa bonita outras nem tanto, participamos, Raquel e eu, de dois eventos na Sogipa em Porto Alegre e chegamos a montar uma Sala de Costuras, de verdade.

Mas como gosto de dizer a Sala de Costura é um estado de espírito, então vai sempre estar onde estivermos.

Tudo que temos em matéria de técnica é herança americana e europeia. Nada contra, mas as vezes fico irada em não encontrar tecidos e material de uma forma mais ao alcance, mas... Patchwork é estilo, é requinte, é totalmente Arte.
Então eu penso que se pode criar sempre, com qualquer retalhinho, com amor, carinho e respeito pela arte, uma peça nessa técnica vira um mimo e é sempre bem-vindo.

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Aquarela ou Watercolor

Esta técnica é simplesmente algo mais que linda, é desafiadora.

Exige que se tenha um bom estoque de tecidos estampados, miúdos, grandes, esmaecidos, fortes, galhados, folhagens....

[...]



Enfim! Tudo que você puder de tecidinho junte e guarde para um dia você fazer uma peça com essa técnica.

Essa eu não posso passar para vocês em passo-a-passo, além de ser muito elaborada ela tem algo de muito mágico, pessoa e só mesmo junto a uma professora de talento nessa técnica para se poder entrar nos aspectos importantes para que se realize um trabalho bonito, perfeito e mágico.

Essa foto que mostro foi o meu primeiro trabalho em Aquarela. Fiz o curso com a Joyce Loss, lá em Porto Alegre.

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Imitação de Cathedral

Usando tecidos cortados em circulo e com um quadrado sobreposto e circunscrito, imite uma Cathedral Windows.



[...]



Sem calculo e somente com um pouquinho de habilidade em manejar régua, esquadro e compasso faça o molde das duas peças e divirta-se nesta técnica muito, muito legal mesmo.


Fazendo o molde das peças - redondo e quadrado:

1. Em uma folha de papel trace duas retas perpendiculares, cruzando no ponto central "0", formando ângulos de 90°.

2. com a ponta seca do compasso, centro em "0", medida de raio igual a 4,5 cm, trace um circulo.
Repita a operação usando agora uma medida menor de abertura de compasso em mais ou menos 3mm, e trace outro circulo (interno). Esse último será a marca para você alinhavar uma bainha bem fininha.

3. Dentro do circulo, com a régua, una os pontos 2 -3, 3-4 e 4-5 e 5-2. Eis o quadrado circunscrito e sem calculadora!. Rsrsrsrsrsr....

4. Prolongue a reta horizontal e com o compasso pegue a medida do lado do quadrado; transfira essa medida para o prolongamento de reta e marque um dos lados do quadrado, pontos 2 e 3. Agora com a ponta seca do compasso no ponto 2 da reta, marque na vertical o ponto 2.1; centro em 3 marque 3.1 usando a mesma medida.
Com a régua trace uma reta paralela a 2-3. Vire em ângulo reto e posicione a régua em 2, trace outra reta, agora perpendicular, até cruzar em 2-1; repita para o ponto 3 da reta e ache 3.1.

Pronto! Eis seu quadrado modelo.

Recorte circulo e quadrado separadamente, sobreponha-os aos tecidos - redondo para tecido liso e quadrado para tecido estampado e corte, no modelo cortei 9 peças de cada.

5. Faça uma bainha fininha em torno dos redondos e sobre o avesso fixe os quadrados com direito voltado para cima. Fixe.

6. Com pontos miúdos vire as bordas do tecido liso, redondo, sobre o estampado. Reserve. Faça o mesmo com os demais. Finalmente junte todos num só bloco, dê acabamento.

............ E então me diga se não é divertidissíma essa técnica?..............

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Cathedral Windows - Como se faz

1. Separe tecidos contrastantes, um para a borda, outro para a "janela", de preferência colorido, estampado.


2. No tecido liso cortar 4 quadrados com 23 cm de lado. No tecido estampado cortar 4 quadrados com 6 cm de lado.




3. No quadrado cor lisa (23 cm) marcar uma bainha de 12mm, ou 1/2", em toda a borda, vinque com o ferro, não precisa alinhavar. Apenas faça os vincos de tal forma que seja iguais e não menor de 12 mm de largura.




4. Feita a dobra da bainha, junte os cantos trazendo-os para o centro e fixando com um ponto, bem no meio.
Na foto abaixo, você pode notar que vinquei os 4 cantos e 2 puxei para o centro.
Propositalmente deixe meio deslocada a dobra para que você note e observe sempre muito bem esse detalhe. Não faça isso.
Eles precisam ficar bem alinhados.

5. Então, alinhe os 4 cantos e junte-os no centro, eles ficam encostados e não sobrepostos. Ok?

6. Repita uma segunda dobradura sobre essa já realizada. Faça então a mesma dobradura nos 3 quadrados de 23 cm restantes. Una-os com pontos a mão pelo outro lado e siga para a sequência seguinte.

7. Na foto ao lado usei um tecido preto contrastando com o tecido colorido.
Veja que estão unidos os 4 quadros pretos, na junção dos quadros pretos você fixa os tecidinhos estampados com 6 cm de lado, use um alfinete longo ou alinhave. E então vire a bordinha da dobradura do preto sobre o estampado e costure a mão, com pontos miúdos.
Não precisa pegar todas as camadas de tecido, basta que você fixe a borda da dobradura sobre o estampado.


8. Faça quantos blocos desejar e a partir de uma amostra, crie e invente. Faça a sua arte brotar e se desejar me deixe um recado.

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Cathedral Windows

Esta técnica quero dedicar a minha irmã Raquel (http://byraquelpatch.blogspot.com)





[...]



É uma técnica pouco divulgada, nada comum, mas de efeito muito interessante.

Não é difícil de se fazer, porém é uma técnica que exige um pouco mais de tecido e habilidade em fazer pontos bem miúdos a mão.

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Log Cabin

Tradicional sem fundação

Basicamente a construção do Log Cabin parte do quadrado central, seguido da junção das tiras que o circundam, montadas normalmente em sentido horário.



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É comum ver no Log Cabin o tradicional lado claro e lado escuro, essa demarcação forma uma linha na diagonal que permite uma grande variação de combinações que dá ao conjunto final, mesmo usando blocos iguais, um efeito bem diferente uns dos outros.









Nesta técnica de montagem você tanto pode usar a máquina de costura como costurar a mão.

Se você quiser me acompanhar nesse passo-a-passo separe tecidos claros e escuros, tesoura, agulha, linha e mãos a obra!

FAZENDO UM BLOCO EM LOG CABIN

Siga a numeração do gráfico. Veja ampliando a figura.

Peça 1 - Quadrado Central - cor quente, tradicionalmente o vermelho.

Corte a peça com folga em todos os 4 lados. Mais ou menos a largura de um pé de máquina, ou seja, 0,7 cm, o que equivale a 1/4 de polegada.



Se você não possui as réguas em polegadas, nem o cortador e nem a placa de corte, tudo bem. São ferramentas muito úteis, mas não invalidam a possibilidade de criação do Patchwork.

Use a fita métrica comum para medir. Faça um molde do quadrado central incluindo as folgas para costuras, corte no tecido.

Nesse momento o mais importante é que você faça seu Patchwork ao estilo Log Cabin.


Peça 2 - Tiras cor clara

Corte as tiras com a mesma largura do lado do quadrado central, sobreponha direito com direito, peça 1 e 2. Costure.

Antes de abrir e bater a ferro, corte a tira 2 (azul, nesta amostra), rente as bordas do tecido que forma o quadrado central, use-o como guia de corte.

Bata a ferro, de tal forma que as folgas da costura fiquem para fora do quadrado central.


Nesta foto você tem a visão pelo lado direito. Peça 1 e 2 unidas.



Peça 3 - Tira cor clara

Sobreponha a tira ainda na cor clara sobre as peças 1 e 2, já unidas, direito com direito e costure.


Dê atenção ao como ficou as dobras da costura anterior.

Use como guia de corte a lateral do quadrado central, então corte para formar a peça 3.

Abra e bata a ferro.




Veja como fica a vista pelo direito.





Peça 4 e 5 - Tira em tecido cor escura

Repita os passos anteriores, como feito para peças 1,2 e 3.

Peça 6 e 7 - Tira em tecido cor clara e peças 8 e 9 em cor escura.
Repita os passos.

Muito bem!
Faça quantos blocos desejar até que juntos cheguem ao tamanho que você planejou para sua peça final.

Após ter costurado todos os blocos separadamente, una-os, dando a eles a disposição que você quiser, lembrando que conforme forem unidos será o padrão e o efeito visual final.

A você que me seguiu até aqui - Bom trabalho!
Quando tiver com sua arte pronta, caso deseje, me mande uma foto para eu postar aqui na Sala de Costura.

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segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Bloco 4

Joguei com os cantos e com a largura das tiras.






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A base é Log Cabin mas não tem nada de tradicional.
Quanto ao colorido dele apenas aproveitei os retalhos que eu tinha a mão e os juntei formando esse interessante bloco.

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Entrelace duplo - Ponto 3

No Entrelace duplo o procedimento é o mesmo do simples, parece difícil, confesso que "apanhei" para aprender, felizmente tive ajuda e o resultado foi ótimo.





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É muito bom quando aprendemos sozinhas, mas é melhor ainda quando alguém se dispõe a ensinar, ajudar, orientar ou mostrar caminhos.





Gosto de dividir o que aprendo, por isso me perdoem aquelas que cobram para ensinar.





Já fiz muitos cursos e gosto de fazer parte de grupos de aprendizagem, mas sempre pode haver alguém que não pode sair de casa e que tendo acesso a este veículo de informação pode perfeitamente fazer uso dele.

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domingo, 9 de agosto de 2009

Entrelace simples - Ponto 2

Esta é uma outra maneira de se fazer o Entrelace simples.






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Usei na largura 16 fios, foram laçados 4 fios por vez e usei na base o ponto que chamo de simples ou básico.












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Bloco 2

Crazy ou centro irregular






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Procurei usar a técnica do Log Cabin nesta face da colcha então não planejei muito o desenho simplesmente fui costurando e cortando e o resultado foram estes blocos que colorem essa face.
Chamo essa configuração de Log Cabin de Centro Irregular, conhecidamente chamado Crazy.

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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature - parte 6








A agulha entra da esquerda para a direita por baixo do 2° grupo de fios laçados e por cima do 1°; gire a agulha para baixo e para a esquerda e torça, formando o entrelaçamento.


O fio passa reto bem no centro do motivo. Estique suavemente. Repita por toda a carreira.

Veja também uma segunda forma de fazer o "Entrelaçamento simples", em outra postagem.

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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature - parte 5








Eu comecei a bainha da direita para a esquerda, mas também é possível fazer da esquerda para a direita - é o básico e chamei de "Simples" - é o mesmo usado para fixar a bainha pelo avesso.

O lado que você começa não altera nada.
Mas pegue você mesmo o sei jeito e como se sentir melhor, - faça!

Note que estamos no direito do trabalho e vou laçar os pontos 2 a 2, e pegar na parte inferior 3 fios, repita este ponto até o final da carreira, passe o fio da linha por dentro das "amarrações" pelo avesso e siga na carreira seguinte, ao final suba pelo avesso passando o fio da linha por dentro da "amarração" e repita o processo na carreira superior.

Na parte 6 mostro o ponto decorativo que irei chamar de "Entrelaçado simples".

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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature - Pontos 1

1. Simples

A figura mostra os pontinhos de arremate do canto e os pontos dendo feitos da esquerda para a direita, estão sendo laçados 4 fios, neste caso não tem uma bainha dobrada o trabalho esta sendo feito no corpo da peça. Mas ilustra muito bem o movimento da agulha.

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quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Lenços de cambraia

Foi um achado encontrar um retalho de cambraia e a primeira idéia foi criar lencinhos.

Este ficou lindinho, foi o primeiro e contém pequenos erros, mas nele pude misturar as técnicas de bordados e bainha aberta.


Eu gostei.
Espero que vocês gostem.

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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature - parte 4

Nesta figura 5 vemos o trabalho pelo lado direito e já com marcas e fios semi puxados, é onde iremos construir nosso primeiro bordado.

Então a 8 ou 10 pontos distantes da bainha conte 8 fios como mostra a figura e faça pontos de cerzido pegando 3 fios, vamos chamar de "amarração", será para quando cortar os fios os restante não desfiem.

Lembre de clicar na imagem para ampliar.

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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature - parte 3

Na figura 3, (estamos vendo pelo avesso de nosso trabalho), vemos a bainha já revirada e alinhavada em toda a volta.


Também iniciamos nossa bainha aberta propriamente dita.



[...]

Iniciei da esquerda para a direita, pegando por baixo da bainha dando alguns pontos tipo cerzido,servirá para arrematar o fio que foi tirado, a partir daí pegando de 3 em 3 fios de tecido, entrando com a agulha da direita para a esquerda e puxe bem para então fixar o ponto como mostra figura 4.

Clique nas figuras pra ampliar.

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Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature - Parte 2

Na primeira figura mostro a costura na diagonal e na segunda figura o corte da

sobra, para que não fique tanta coisa no avesso.
Revire a bainha para o direito, bata a ferro, frise bem.
Siga para a parte 3.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Bainha Aberta, Ajour ou Sfilature - Parte 1

A muito tempo sou fã deste bordado e sempre desejei executá-lo. Fiz algumas aulas com a Rose, lá na Arte Costura em Porto Alegre, e aprendi o básico. De lá para cá tenho buscado desenvolver essa técnica por minha própria conta e risco.

[...]

Baseada em algumas cópias que tenho, em uma revista que minha irmã me deu e em alguns sites da internet venho aumentando meu conhecimento nessa arte.

Então para você que chegou até esta página ofereço um acanhado passo a passo para aquelas que quiserem se aventurar nesse bordado.

E com o tempo irei expondo pequenos gráficos de modelos que são fáceis de fazer e deixam nossos trabalhos muito mais bonitos.

O primeiro gráfico se refere as marcas para dobras e retiradas de fios para fazer propriamente
dito, a Bainha Aberta.






Clique na imagem para uma visualização maior.









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Bordados

Em bordados quero apresentar pontos bem interessantes, como por exemplo, Bainha Aberta, ou também conhecida como Ajour ou Sfilature, tenho exercitado o Hardanger, o Richelieu, o ponto Cheio, o Cruz, pontos contados e tantos outros.

Em Patchwork, tem o Redwork e os vários motivos que se pode dar ao fazer o quilt.

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Bloco 1

Este considerei o primeiro bloco.
É fácil de fazer.





[...]


Usei cores meio que aleatoriamente, mas no final o resultado foi bem legal. No esquema ao lado tentei dar uma aparência próxima a real, mas aqui é só mesmo uma idéia para que se possa brincar e explorar nossa criatividade.

Os blocos ficaram com um tamanho de 38 x 38 cm, mas você pode adaptar ao seu gosto.

Grafico pra os triagulos centrais.






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sábado, 1 de agosto de 2009

Colcha

Esta colcha tem 2 lados.

Uma foi elaborada através de hexagonos, costurados um a um, a mão.

O outro lado usei desenhos já conhecidos e copiados de outros autores e também desenhos criados por mim, um Sampler.





A diferença, que creio eu seja importante ressaltar é o detalhe do acabamento das bordas.



Eu pelo menos gostei!

Bem, tentarei publicar cada bloco confeccionado, com foto e respectivo grafico, espero que sejam úteis e que possa servir de inspiração.

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