domingo, 18 de outubro de 2009

Colcha da Amizade os Samplers e os Autógrafos

As mantas que receberam esse nome tinham o desejo de demonstrar o carinho a quem elas se destinavam. A amigos ou parentes que partiam para terras distantes e que talvez não voltassem mais. Algumas demonstravam uma certa nostalgia nas notas de assinaturas que traziam gravadas a tinta e até bordadas, desenhos, poemas, preces.



[...]



Barbara Brackaman escreveu no boletim Needlework, que muitos dos primeiros quilts feitos entre 1840 e 1860 traziam esses elaborados autógrafos e assinaturas em belas caligrafias, ora a tinta ora bordados. Sendo, diz ela, que no período da guerra civil americana, estes autógrafos tornaram-se mais curtos, contendo apenas o nome de quem confeccionou, a data e a cidade.

Algumas relíquias desta época documentam momentos importantes para aqueles imigrantes, como por exemplo os alemães que viviam na Pensilvânia.

No site http://www.womenfolk.com/quilting_history/friendship.htm, você pode conferir a foto de um bloco especifico para o autógrafo, a dedicatória em forma de prece especial a uma pessoa. Referindo-se a uma história provavelmente de amor.

Créditos: http://www.womenfolk.com/


As fotos apresentadas aqui são de uma colcha que fiz, primeiramente elaborei os hexágonos um a um e os juntei, à mão, depois pensei em não deixar o lado oposto sem um acabamento, então criei esse sampler, que então criei a partir do Log Cabin.


Foi só depois que pesquisei e cheguei ao site de referencia e muito me alegrei em saber que minha colcha também tem uma história.
Ainda não fiz uma nota de autografo, mas pretendo criar uma. Quem sabe um dia ela vire peça de recordação de um filho ou filha, né mesmo?






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